www.eternalmooonwalk.com

A rádio belga Studio Brussel viu nas homenagens ao cantor Michael Jackson uma oportunidade de divulgar sua marca. Para isso, criou o site colaborativo “Eternal Moonwalk” que reúne vídeos de internautas recriando o passo de dança Moonwalk intercaladamente. Assim, cria-se um efeito que simula um eterno movimento. O site aceita inclusão de vídeos de pessoas de qualquer lugar do mundo – há até brasileiros participando da brincadeira.Fonte aqui.
Que tal um bom webdesign e um caminhão de criatividade criando o site mais interativo e descolado do mundo em homenagem a Michael Jackson? Nada de choradeira, chega! Todo mundo no moonwalk agora! Rsrsrsrs!
E se fosse a sua rádio, divulgando sua marca para o mundo inteiro? Que pena, hein? Parabéns para a Studio Brussels!
O site aqui, recomenda-se banda larga.
Add comment Julho 9, 2009
Transamérica anos 90 com Goulart de Andrade.

Antes de mais nada: Como a Transamérica conseguiu perder a magia dos anos 90? Se você ver os vídeos abaixo, obterá a resposta: MATERIAL HUMANO.
O que os proprietários tem que entender é que o rádio é feito por PESSOAS e não TECNOLOGIA.
A tecnologia é apenas um INSTRUMENTO, que usado por profissionais apaixonados, motivados e competentes, fazem milagres como foi a Transamérica até os anos 90. Via de regra, atualmente a maioria das emissoras fazem o oposto, ou seja, colocam o fator humano de lado, com baixo salário e sobrecarregado (afinal, quanto menos custos, maior o lucro, não é genial?), e deixam a alma da rádio a cargo dos computadores, no piloto automático.
Minha pergunta: Amigos donos de rádio, ISSO FUNCIONOU?
Será que não é justamente POR CAUSA DISSO o rádio tem perdido prestígio e saído cada vez mais da vida das pessoas?
Será que é possível fazer rádio de qualidade com um terço dos funcionários de 10 anos atrás?
Vocês já notaram a quantidade de pessoas que dizem hoje que “não ouvem rádio’?
Veja os vídeos abaixo e você verá GENTE por todos os lados, de carne e osso dando a vida pela marca Transamérica. Será que é essa a paixão que vemos nos corredores das rádios no Brasil HOJE?
Respondam: Estou sendo um idiota saudosista ou falando uma verdade absoluta?
A economia burra está jogando o veículo rádio no ostracismo. Colegas de profissão: RÁDIO É DETALHE. É no detalhe que o rádio chega à perfeição. Significa que rádio bem feito deve ser milimetricamente planejado e com pessoas certas nos cargos certos.
O “detalhe” só conseguimos de um jeito: Com a técnica e experiênca. Com o “savoir faire”. Isso demanda anos, preparação intelectual, cultural e vivência. Ou seja, só os melhores profissionais tem isso. Mas, ONDE ELES ESTÃO? Demitidos ou muitos já mudaram de setor. E eles são os únicos que podem salvar o rádio.
Não há condições de fazer rádio com funcionário humilhado, mal pago e com acúmulo de funções.
No especial abaixo, uma bela surpresa. Sandro Anderson, falecido recentemente, apresentando o Transa Louca (e ainda com cabelos, rsrsrs). A Transamérica em primeiro lugar no Ibope (hoje é 22ª), atingindo mais audiência que a Rede Globo. Veja o estúdio da Transamérica, onde gravaram grandes artistas como Paul Simon, e até ganharam o Grammy. Essa era a TRANSAMÉRICA.
Caros estudantes de rádio, ver esses filmes vale mais do que 4 anos na faculdade. Eu garanto.
Boa viagem:
Parte 01
Parte 02
Parte 03
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2 comments Julho 8, 2009
Era do disco morre com Michael Jackson.

Logo após o anúncio da morte de Michael Jackson, na última quinta-feira, o torrent com toda discografia do cantor contava com 117 usuários ativos, compartilhando um arquivo com quase dois gigas de músicas. Em menos de 24 horas, o número subiu inacreditáveis 16.184. A sexta-feira ainda viu surgir outros quatro novos arquivos com toda discografia do cantor – um deles, ‘DeLuxe Edition’ tinha quase sete gigas de MP3.
E isso diz respeito a apenas um arquivo, em um único site, o PirateBay. Fora as outras dezenas de sites de compartilhamento, milhares de links em sites de armazenamento online (do tipo Rapidshare) e milhões de MP3 trocados entre fãs conectados, que também assistiam vídeos no YouTube e compravam seus discos de forma legal.
Em menos de seis horas, seu nome apareceu no topo das buscas de agregadores de blogs de MP3 (como o Hype Machine), de redes sociais (como a Last.fm) e de lojas online (como a Amazon e iTunes). Na Amazon, o rei do pop conseguiu mais um feito espetacular, mesmo depois de morto. Nada menos do que 18 discos entre os mais vendidos da loja eram ou do cantor ou de sua banda com seus irmãos, o Jackson 5.
A notícia mexeu com a internet de forma ainda mais brusca: não bastasse ter derrubado os servidores do Twitter no breve intervalo entre o anúncio de que Michael estava sendo transportado para um hospital em uma ambulância e a confirmação de sua morte, a rede social tornou-se o principal canal para saber o que estava acontecendo com o cantor. Todos linkavam todos e logo que sua morte foi confirmada, Michael Jackson dominou nove dos 10 tópicos de discussão do dia – na décima posição, a pantera Farrah Fawcett, que também morreu no mesmo dia. Foi o suficiente para que o Twitter não suportasse a quantidade de acessos.
Não foi só o Twitter. Segundo Shawn White, diretor de operações da Keynote System, empresa que monitora o tráfego na web, “a velocidade média de download em sites de notícias dobrou de menos de quatro segundo para quase nove segundos”, disse em entrevista à BBC.
Por mais que as versões digitais ou mesmo os discos em si – sejam CDs ou vinis – possam dar uma ideia do impacto da notícia da última quinta-feira, ela é certamente infinitamente menor do que os milhões de MP3 trocados e baixados de forma ilegal.
Artista com 750 milhões de discos vendidos em seus 45 anos de carreira, Michael Jackson foi, durante pelo menos dez anos, o rei do pop. Como Elvis Presley antes dele, fez parte de um movimento que alavancou não apenas gerações de novos artistas, mas também vendas de discos. Com sua morte, muitos levantaram a inevitável dúvida que sucede a morte de qualquer astro: e quem será o próximo rei?
Ninguém. Do mesmo jeito que é impossível rastrear a quantidade downloads envolvendo o artista, não há mais cenário que propicie o nascimento de um mito desta proporção.
A música, da mesma forma que aconteceu com tudo depois da internet, saiu da mão de algumas dezenas de artistas e centenas de executivos para alimentar gratuitamente nichos infinitos.
Michael Jackson é sinônimo de uma época em que o sucesso de um artista era medido em discos vendidos – uma era que metaforicamente morre junto com ele.
Números
2 vezes mais tweets por segundo. Assim que a morte de Michael Jackson foi anunciada, o número de mensagens no serviço dobrou, segundo Biz Stone, co-fundador do site.
22,61% de todas as mensagens trocadas no serviço, na hora que a morte foi confirmada, eram sobre o astro.
40.000 vezes a cada hora. Foi o número de vezes que foram reproduzidas, na Last.fm, músicas de Michael Jackson, na manhã da sexta, dia seguinte à morte.
11% foi o aumento de acessos à internet nos EUA para saber informações sobre a morte.
Por Alexandre Matias, de O Estado de S. Paulo
1 comment Julho 6, 2009
Rádio é um dos meios mais pessimistas da comunicação social.

Forte decréscimo do volume de negócios este ano e perspectiva de manutenção de quedas significativas na rádio e imprensa em 2010. São estas as expectativas dos media apontadas por um estudo ontem revelado pela consultora Deloitte.
Não se pode dizer que os resultados sejam completamente surpreendentes, mas confirmam os receios dos meios de comunicação. De acordo com um estudo realizado de Fevereiro a Maio pela consultora Deloitte, as empresas de media esperam um forte decréscimo do volume de negócios este ano e, para 2010, perspectiva–se a manutenção de quedas significativas para a rádio e imprensa.
A forte queda do investimento publicitário, consequência da crise económica e financeira, explica o momento difícil que este sector está a viver. No primeiro trimestre de 2009, o decréscimo na imprensa situou-se nos 20%, a preços de tabela. “O que significa que, na realidade, a quebra foi maior”, explica Hugo Dias, manager da Deloitte na área de consultoria de Tecnologia, Media e Telecomunicações (TMT). Escapa a esta tendência a televisão paga e a Internet que, de acordo com as expectativas das empresas, devem registar crescimento do volume de negócios tanto este ano como no próximo. Hugo Dias concretiza: “O investimento publicitário nos canais de cabo aumentou 6% no primeiro trimestre deste ano, o número de horas visionadas cresceu 10% e o acréscimo de assinantes ascendeu a 12%”.
Face à actual situação, 49% das empresas de media inquiridas para o estudo TMT Predictions Portugal – 2009/2010, ontem revelado, destacam a necessidade de reformular o modelo de negócio e implementar programas estruturantes de redução de custos.
E se no curto prazo a esmagadora maioria das empresas do sector já reagiu ao adoptar planos de redução de custos, através do despedimento de trabalhadores e fecho dos títulos menos rentáveis, outras tendências se desenham para o próximo ano e meio. “Com base no feedback que recebemos, as medidas estruturantes que devem marcar o futuro próximo desta actividade passam pela centralização de custos: unificação de redacções, online e offline, e a criação de núcleos especializados em determinados temas a produzir para multimarcas e multimeios”, explicou ao DN Hugo Dias.
Por outro lado, o crescimento do outsourcing de conteúdos e a sua especialização, tanto na imprensa como na televisão, tenderá a intensificar-se. Em relação à televisão em particular, a redução dos custos de programação é uma preocupação expressa por todas as empresas da área, “que se vai reflectir a médio prazo na descida do preço dos conteúdos, nomeadamente em relação aos direitos de transmissões desportivas e conteúdos de entretenimento”, aponta o documento.
Na área das tecnologias, o trabalho nota que “o televisor se vai tornar mais interactivo e assume–se com um novo formato substituindo em parte o computador pessoal em casa para a função entretenimento”.
Fonte: Diário de notícias (Portugal)
Será que o mesmo se aplica ao Brasil?
Add comment Julho 3, 2009
Valmir Rodrigues analisa microfones.
Meu amigo Valmir está produzindo uma série de vídeos sobre microfones. Muito útil! Se você tem alguma dúvida sobre qual modelo comprar para o seu estúdio, esta é uma ótima opção. O blog do Valmir é esse: www.valmirrodrigues.wordpress.com
O primeiro é com o MXL V67i:
E aqui o CAD M177:
3 comments Julho 2, 2009
A marolinha do rádio.

“Rádios terão o retorno financeiro quanto mais rápido se portarem como empresas LOCAIS de informação e entreterimento do que simples transmissoras.”
BIA Financial Network.
Isso significa que o potencial do rádio é local e não de rede. A identificação com a audiência só acontece plenamente quando seu ouvinte sabe que você gera conteúdo e informação que vai acrescentar algo em sua vida.
O Rádio tem a extraordinária oportunidade de difundir seus produtos via plataformas digitais, principalmente se a equipe de vendas conseguir promover o “cross-media” entre o tradicional e o moderno (leia-se podcasts, banners, twitter, promoções exclusivas, etc).
Tem emissoras que se apóiam exclusivamente no seu passado para se salvarem do futuro.
Isso não vai acontecer.
Grandes marcas não sobrevivem há anos de omissão e desinteresse por parte de seus administradores. O rádio é o meio de comunicação que mais precisa de pessoas qualificadas nesse momento. Toda a indústria radiofônica precisa ser reinventada e perguntas se impõem neste momento: O que a sua emissora está fazendo para atravessar essa transição? Ou ainda, como você vê a sua marca daqui há 5, 10 anos? E por último: O que você tem feito para descobrir e atrair a geração ipod para a sua frequencia?
Deixa eu adivinhar: Cortando custos? Demitindo profissionais qualificados, mas que “pesam” na sua folha de pagamento? Acumulando trabalho nos radialistas renanescentes?
Será que essa é a solução? Não acredito.
Os Estados Unidos vivem uma crise sem precedentes no rádio. O principal problema foi a excessiva desregulamentação do mercado em 1996. Hoje as redes, como Citadel, Premiere, Emmis e Clear Channel se encontram em estado falimentar. Compraram na alta e agora tem verdadeiros micos nas mãos, em plena crise financeira e sem poder refinanciar seus débitos. A festa acabou.
Muitos dos procedimentos utilizados por eles há 10 anos são exatamente os mesmos que estão em prática no mercado brasileiro: Redes de rádio sem conteúdo local, voice tracking, demissões em massa, desvalorização do profissional, acúmulo de funções, etc.
Parece que essa “economia burra” não deu certo. O público dos Estados Unidos continua fugindo das rádios tradicionais e correndo alegremente para seus iphones, hoje a principal central de entretenimento individual que um ser humano pode ter. Um produto que se inova todos os dias, com milhares de aplicativos. Cada pessoa pode customizar sua própria diversão ou fonte de notícias, ouvir centenas de mp3s em seu HD e até ouvir webrádios.
Mas o iPhone não tem o rádio tradicional. E porque teria?
Acredito que o rádio americano está antecipando uma crise que vai nos atingir em cheio dentro de 5 a 10 anos, e vai pegar os empresários brasileiros de calças curtas.
A marolinha vai virar tsunami.
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1 comment Julho 2, 2009
Julinho Mazzei: O homem que revolucionou o rádio.
Mais um vídeo maravilhoso. Uma entrevista recente com o mestre Julinho Mazzei. A novidade: Em breve ele terá a própria webrádio. Tomara! Agradecimento ao meu amigo Windson Clay pela dica.
Add comment Junho 27, 2009
Especial Michael Jackson.

A chamada que vai rolar o dia inteiro na executiva. Especial das 5 às 7 da noite na Executiva FM:
Se alguém quiser o link do especial quando estiver pronto, me avise que eu mando.
São 3:20 da manhã, acabei de terminar o spot e estou triste pacas. Já ouvi toda a discografia do cara. Grande perda.
R.I.P. Michael Jackson.
UPDDATE: Quem quiser ouvir o primeiro bloco, incluindo abertura + locução, acesse:
http://www.4shared.com/file/114630737/da84d9f6/bloco01-64.html
O feedback tem sido ótimo. Fomos a única rádio que dedicou um especial ao Michael Jackson em Brasília.
6 comments Junho 26, 2009



























