Comediante Rob Schneider dá vexame em rádio na Flórida.

Bem conhecido nos Estados Unidos (e nem tanto aqui), Rob come;cou no melhor programa de humor americano, o Satuday Night Live (que já lançou atores como Eddy Murphy) e outras comédias. A discusão foi pelo fato do ‘’star” não ter gostado de ter que esperar 15 minutos no estacionamento da rádio antes de entrar no ar.

Você já enfrentou artistas em sua emissora assim?

Add comment Novembro 20, 2009

Clube Mob!

A prova que é rentável investir no rádio. A Clube FM – Brasília acaba de inaugurar sua unidade móvel. Mais do que isso, é um veículo que mostra a força e credibilidade da marca Clube de forma imbatível. Com um investimento de 800 mil reais, o Clube Mob vai apoiar as ações de marketing e prestação de serviços da emissora.

São 3 ambientes. Uma sala vip com mesa,cadeiras,frigobar,notebook, etc. No segundo, o estúdio completo, , com todos periféricos necessários e na parte de trás, área reservada com poltronas e banheiro.

Se 10% das rádios do Brasil tivesse o profissionalismo e visão desta rádio, estaríamos feitos!

4 comments Novembro 13, 2009

Morre Tom Merriman – o inventor das vinhetas cantadas.

Pouca gente, mesmo profissionais do rádio, já ouviram falar em Tom Merriman. Mas a sua contribuição para o rádio foi enorme. Em 1952, produziu as primeiras vinhetas cantadas para a rádio KLIF AM de Dallas.

Em 1967, fundou a TM Productions que ao se associar à  outra empresa, a Century 21, se tornou um dos ícones da produção mundial de jingles: TM CENTURY.

Em 2006, a TM Century for adquirida pela Jones Radio network, se transformando em Jones TM.

Recentemente a Jones Radio Network foi vendida para a Triton Radio Network e mudou o nome para TM Studios.

Produtor de grandes nomes da música como Louis Armstrong, Duke Ellington e Cab Calloway, sua grande paixão eram os jingles para rádio. Milhares de emissoras nos Estados Unidos e pelo mundo utilizaram seus serviços, que remodelou a forma de comunicação entre o rádio e seus ouvintes.

Homenagem da cantora Abby Holmes, nos estúdios TM.

1 comment Novembro 12, 2009

A força do rádio!

Reféns da impressionante incompetência do governo Lula, eis que milhões de brasileiros (70 milhões, para ser mais exato) são tragados por mais um apagão energético! Pessoas presas em elevadores, pegas de surpresa em hospitais, famílias com inúmeros aparelhos elétricos queimados, empresas com milhões de prejuízos (cargas perecíveis estragadas) e muitas outras presas no trânsito, sem iluminação ou semáforos, etc.

Imagine você, no seu carro, tentando chegar em casa, sem a menor segurança ou orientação. O que fazer?

a) Tirar a TV de plasma de 42 polegadas HDMI do porta-luvas e ligá-la?

b) Comprar a próxima Veja, Época ou IstoÉ e obter informações sobre como se locomover?

c) Esperar até amanhã bem cedo no meio da rua e ler tudo sobre o apagão nos jornais impressos?

d) Ligar o rádio e ouvir imediatamente as condições de trânsito e a melhor opção de tráfego?

Você respondeu a letra D? Parabéns! O rádio mais uma vez provou ser imbatível. O mais prático, rápido, popular, democrático, interativo, amigo e prestativo veículo de comunicação de todas as mídias.

UPDATE: Reportagem da JP AM sobre a procura de rádios de pilha. Muito boa:

3 comments Novembro 12, 2009

Vinhetas da VH1 EM 1990.

Olha o que eu achei. A rede concorrente da MTV fez um pacote de vinhetas com a JAM em 1990.  OK, são quase 20 anos atrás, vamos dar um desconto para os efeitos visuais. Bom mesmo é curtir o áudio! :)

Add comment Novembro 11, 2009

Falso Lula engana rádios de Cabo Verde, Moçambique e Angola.

Cabo Verde.

Moçambique.

Angola.  – parte 01.

Angola.  – parte 02.

Mas parece que o Planalto não achou muita graça:

“O Gabinete de Segurança Institucional da Presidência da República vai investigar um trote passado por uma rádio de São Paulo a rádios no exterior. No trote, alguém da rádio se fazia passar por assessor do presidente Luiz Inácio Lula da Silva oferecendo uma entrevista exclusiva, por telefone.

O trote teria sido aplicado com sucesso em pelo menos duas rádios, uma do Canadá e outra de Angola. O caso veio à tona após uma rádio da Austrália desconfiar da história, antes de colocar a entrevista no ar. Ao tentar confirmar a história, o Palácio do Planalto negou que Lula tivesse dado a entrevista.

À rádio australiana, o falso Lula teria dito que garantiria a segurança na Olimpíada do Rio, em 2016, e se referido ao presidente dos Estados Unidos, Barack Obama, como “amigo escurinho”. Todas as entrevistas falsas foram dadas a rádios com serviços em português.

O G1 tentou entrar em contato com a rádio que fez o trote, mas ninguém atendeu nos vários telefones tentados. Os vídeos com a gravação das entrevistas foi parar no YouTube.”

2 comments Novembro 7, 2009

Fitas cassete. Que saudade!

OK. O som era ruim. Mas essas fitas não eram carismáticas?

4 comments Novembro 4, 2009

Xewton Music Studio.

Dê uma olhada nisso! Unbeliavable!

O multipista chega definitivamente ao IPhone! E custa 19.99 dólares.

Vale muito a pena!

Add comment Novembro 3, 2009

Vem aí o CHAT do blog gabrielpassajou.com! Participe!

Quinta-feira, dia 05 de novembro. Às 22 horas.

Nosso chat está marcado.

Acredito que 10 da noite será perfeito. A maioria já estará em casa. Todos descançados, jantados e de banho tomado, rsrsrsrsrs.

Vamos encarar como um grande encontro entre todos que amam o rádio. Mal posso esperar!

5 comments Outubro 29, 2009

Feedback do texto: “Rádio pop tem solução?”

Texto original aqui.

E a ótima resposta do leitor Edmauro:

“Desculpa pessoal, mas esses papinhos de “músicas de hoje em dia”, isso é coisa de saudosista. Analisando friamente, o problema não está nas músicas tocadas!

Vou dar dois exemplos bem extremos de rádios bem sucedidas, a primeira é a Mix FM e a outra é a D2 FM (Santa Rita do Sapucaí – MG).

Em São Paulo, todo mundo vê os casos da Mix e Transamérica, sendo que a primeira conseguiu um feito fantástico anos atrás, ao alcançar o primeiro lugar geral de audiência, ainda que isso tenha sido temporário. A Transamérica sempre possui estrutura maior e vemos como ela está, sem falar na Pan que perdeu bastante mercado pra Mix.

A Mix parece ter em sua essência a obsessão de “ser mais popular que for possível, sem ter de abdicar do formato Pop”, quebrando inclusive, de certo modo, o apartheid econômico do qual o Gabriel já comentou em seu blog, pois a Mix disputa de forma assustadora a preferência nas lotações (ou perueiros como muitos chamam) com a Transcontinental (popular e especializada em Samba e Pagode) e isso não ocorria anos atrás, sendo que agora até mesmo 89 e Metropolitana tem tido essa peculiaridade. Na região em que estou (que por sinal tem a Max FM citada na matéria) tem a D2 FM, atuando há mais de 20 anos e sempre se manteve líder pelo menos na cidade que ela escolheu pra atuar comercialmente, bem como cidades vizinhas, uma vez que a cidade onde ela se encontra especificamente, não possui o potencial da cidade vizinha escolhida para suas operações comerciais e que é cidade pólo.

Numa determinada época, ela enfrentou Jovem Pan e Transamérica ao mesmo tempo, sendo que essas logo deixaram de existir e ela saiu quase que ilesa do combate, inclusive a que era Transamérica, está situada exatamente na cidade em que a D2 atua comercialmente e, nem por isso a chegada da rede popular mudou muita coisa. O que eu quero dizer é…

O problema está nessa ou naquela rádio, como sempre ocorreu em muitos casos, porém, a diferença é que, agora, isso tem se acentuado cada vez mais, devido a concorrência que o rádio tem sofrido em relação a outras mídias e a democratização do acesso a tecnologia e a música, ainda que em boa parte essa acessibilidade toda ocorra de modo ilegal. Acredito que o rádio esteja admitindo cada vez menos achismos, exigindo um profissionalismo que há muito tempo não se via e boa parte não tem acompanhado essa realidade, nem conseguirá acompanhar e sequer se deu conta disso!

Tal como vi na Comunidade “TudoRádio.com” no Orkut, em que um membro questionou o Gabriel sobre uma ou outra rádio citada na lista como “rádio que mudou ou desistiu de ser pop”, também quero detalhes sobre a Max FM, pois ouvi a rádio depois de ler a matéria e depois de quase uma hora, só ouvi: Rock, Reggae, Pop e similares (admito que ouvi várias músicas Lado B e isso é algo que eu particularmente acho bastante perigoso de ser explorado se, quem estiver fazendo isso não souber exatamente com o que está lidando e não tiver feeling apurado, portanto, não deixa de ser preocupante), intercaladas com vinhetas da Reel Word por sinal. Ainda acompanhei o nome das músicas executadas através do site da rádio, lista essa gerada no Pulsar.

Devido eu estar na região em que a rádio se encontra, acompanhei-a desde seu início. Desde que a primeira equipe de locutores foi formada por profissionais como Fernando Guimarães (que saiu da D2 pra levar seu know-how pra Max e por sua vez, da Max foi pra Mix FM em sampa), Danilo Mesquita (antes de ir pra Max, passou pela D2 e antes da D2 esteve até em rádio de maior porte, sendo que, depois da Max, foi pra Transamérica em sampa e em seguida pra Metropolitana, também na mesma capital) e Fabiano Luppi (da Max foi para as emissoras do Grupo Rede Difusora: a 99 FM Taubaté e a webrádio RD Webstation; hoje está na Stereo Vale).

Pode ser que a rádio não esteja a altura das projeções empresariais dos proprietários, dado o investimento “absurdo” (no sentido positivo da palavra) que foi feito, se compararmos todas as cidades e regiões semelhantes e as rádios que surgiram ou já atuam em tais lugares. Quantas rádios no Brasil possuem sequer vinhetas cantadas da produtora do Gabriel que é bem conhecida, o que dirá Reel World, conhecida mundialmente, e ainda atuando numa cidade como Itajubá, no Sul de Minas Gerais, uma das regiões do Brasil em que o rádio está mais sucateado.

A Max além de ser uma das poucas aqui da região a ter estúdio semelhante ao de rádios em grandes cidades e ser a única na região a ter vinhetas Reel World e automação Pulsar; muito antes de alcançar dois anos de existência (concessão nova e de baixa potência se comparada as concorrentes diretas e indiretas) ao menos assumiu todo o espaço possível dentro do segmento do qual se propôs a atuar em sua cidade.

Enfim, vejo que, se a Transamérica Pop está como está, é pq possui problemas próprios a resolver, o mesmo vale para todas as que foram citadas nessa discussão e que não estejam alcançando resultados satisfatórios. Se a Pan ficou pra trás em sampa e as rádios pop menos tradicionais a ultrapassaram, é sinal de que deve haver deficiências a serem corrigidas.

A Pan teria todas as condições de fazer com o Waguinho, quando o mesmo tinha consolidado seu trabalho artístico na Metropolitana (e que tem tido brilhante continuidade por parte do Gilson Dário, seu ex-braço direito), o mesmo que fez recentemente com o humorista Felipe Xavier, ou seja, recontratar pra agregar o ótimo trabalho que vinha sendo desempenhado na concorrência. Transamérica também poderia ter feito o mesmo, porém, ambas não fizeram nada parecido, até pq, só dei um exemplo e há várias outras possibilidades, sem falar que ainda há a incógnita levantada por Rodolfo Milet quanto a orientação artística da mesma… está nas mãos de quem afinal?

Pra encerrar, vou responder em especial a pergunta do Gabriel com observações:
O rádio começou a exigir tomadas de decisão jamais vistas, pois surgem situações que exigem preparo excepcional dos gestores das emissoras, há cada vez menos espaço para algo que já vi em muitas rádios, principalmente as administradas artisticamente de forma direta pelos próprios donos, ou seja, achismo. Rádio popular é algo obviamente de apelo fácil e todo mundo sempre soube disso, principalmente desde a década passada, contudo, rádio pop exige muito mais das rádios e, nem todas possuem preparo pra serem rádios do gênero.

Já vi muitas rádios, sem as mínimas condições, querendo ser rádio pop, só pq alguma concorrente se dá bem no gênero. Alguns podem me perguntar que condições são essas que faltam e eu poderia enumerar vários detalhes, mas vou dizer apenas o que considero fundamental e que noto que várias rádios esquecem quando investem dinheiro na melhor estrutura técnica por exemplo… se esquecem de investir no RECURSO HUMANO.

Isso falta em várias rádios aspirantes a pop e até mesmo em outras que atuam em outros formatos, entretanto, talvez as que menos evidenciem essa necessidade sejam as populares, onde isso fica maquiado por um resultado teoricamente satisfatório para seus proprietários e péssimo para os ouvintes (blocos comerciais gigantes), embora sejam muito aquém do que realmente poderiam atingir, mascarando assim diante desses empresários, o verdadeiro potencial comercial do que possuem em suas mãos e que, muitas das vezes, é usado de maneiras questionáveis pra obter benefícios de maneira a “compensar” o déficit causado por, pura e simplesmente, má gestão!

REPITO: o problema está nas próprias rádios e cada uma deve “olhar para o próprio rabo” e entender que terão de errar cada vez menos em suas decisões. Esses erros custarão cada vez mais caros nos anos que se seguem, portanto, se costuma errar nas decisões, procure quem possa errar menos.

Já trabalhei em rádio pop em que o dono da rádio deletava na calada da noite músicas Black quando o gênero explodiu nas rádios similares em todo o Brasil. E qual era a justificativa dele?

“Gosto muito de Dance, aturo Rock, mas não curto Black Music”.

No rádio brasileiro, além de achismos, há idiossincrasia pra dar e vender… é mole ou quer mais?”

1 comment Outubro 29, 2009

Previous Posts


Twitter do blog!






































<

Blogroll

Arquivos

Feeds

Feedjit Live Blog Stats