Archive for Junho, 2008
“Spolt da Jovan Pam” a 30 “real”.

Pergunta um: Que tipo de pessoa se propõe a entrar em um mercado e não se preocupa nem em escrever o nome do produto que pretende vender de forma correta?
Pergunta dois: Que tipo de pessoa compra um “spolt da Jovan Pam”?
1 comment Junho 30, 2008
Artistas e empresários baixam as calças em campanha do Baixahits.

A ação, desenvolvida pela agência Hello para o “Rádios Baixahits”, traz anúncios com a modelo Sabrina Sato, os irmãos Supla e João Suplicy, e os empresários Luis Calainho e Antonio Augusto de Amaral Carvalho Filho (o Tutinha) com as calças abaixadas.
Uma tarja que impede a visualização das partes íntimas traz a mensagem: “BaixaHits – Muito Refrão, Pouco Cifrão. Mais de 500 mil músicas para você montar sua rádio”.
Os anúncios com os artistas serão veiculados em revistas de circulação nacional como Playboy, Vip, Isto É, Caras, Quem, UM, Raça, Flash, UMA, RG Vogue, Capricho, Atrevida, entre outras, no mês de junho.
Já as peças com os empresários e sócios do Portal Virgula serão veiculadas na Veja, Época Negócios e Isto É Dinheiro.
Numa segunda fase, participarão da ação Marcelo D 2, NXzero, COM, Latino, Fresno, e Roger & Robson. Na ocasião, a campanha será estendida para cinema, televisão e rádio.
Fonte aqui.
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Meu comentário: Mal posso esperar apara ver o Tutinha de calça arriada, uuugh! (Sarcasmo mode on)
1 comment Junho 30, 2008
NRJ!
NRJ (pronuncia-se energy) é a maior rede de rádios “jovem” francesa. Aliás, é uma potência mundial já que exporta sua franquia para vários países como a Bélgica, Suíça, Alemanha, Dinamarca, Áustria, Suécia, Finlândia, Noruega, Rússia e até Bulgária, Ucrânia e Líbano. Além disso são donos de outras redes de rádio como a Chérie FM (Adulta conteporânea), Rire e Chansons ( um formato curioso: Piadas e músicas) e Nostalgie FM (flashbacks). E não pára aqui, o grupo tem uma TV, a NRJ 12 (a cabo) e ainda uma empresa de telefonia móvel a NRJ Mobile.
Não é de assustar então o nível dos artistas que estão no comercial acima.
Add comment Junho 30, 2008
Chrysler vai equipar seus carros com internet em 2009.

Auburn HILLS, MI – 26 de junho de 2008: Chrysler está trazendo a Internet para o carro com uconnect web, o qual, segundo a montadora “, transforma o veículo em um” hot spot ” ao entregar a Internet diretamente no veículo, com acesso instantâneo a websites, e-mail, personalizada música, jogos online, álbuns de fotos e muito mais. ” (…)
“O papel do uconnect nos modelos 2009 coloca o foco na experiência do consumidor e como esse recurso tornará a vida dele mais fácil.” (…)
A Chrysler usou o nome usonnect para o sistema bluetooth, e agora a marca é utilizada para uma série de outras ofertas opcionais, incluindo uconnect músicas, com um disco rígido de 30 gigabytes, filmes e fotografias; GPS navegação com a marca uconnect; com Sirius Backseat vídeo e TV opcional Sirius Satellite Radio.”
Saiba mais aqui.
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Alguém ainda duvida que a revolução do rádio virá pela internet? No ano que vem os americanos poderão ouvir suas webrádios preferidas em seus carros. Infelizmente no Brasil deve demorar uns bons 10 anos para vivermos essa experiência, pelo menos com tudo vindo pronto da fábrica. E ainda teremos esse sistema apenas nas versões de luxo, imagino.
E pensar que compramos um Celta, cheio de plástico rústico e sem rádio quase pelo mesmo preço de um Civic nos Estados Unidos… :(
Add comment Junho 30, 2008
Tecnobrega? Sim, tecnobrega…


Veja vocês, um ritmo paraense chamado Tecnobrega usa um modelo de divulgação muito mais a frente do que o mercado preconiza atualmente. Copyright? Pra quê? O grande lance é a divulgação, a vitrine que os artistas tem e não o lucro dos cds, que aliás nunca foi grande coisa para os artistas mesmo. As grandes gravadoras multinacionais repassam menos de 1% para seus contratados, acredite se quiser. O lucro para qualquer cantor ou banda consagrado sempre foram os shows e, com sorte, comerciais. Esse princípio foi levado à última instância no Pará, pois existe inclusive uma parceria com os camelôs. O que importa é o produto chegar ao público.
Folha de São Paulo, Ilustrada, 27/março/2007
O chamado tecnobrega foi criado em 2002 e rapidamente transformou-se num fenômeno do mercado fonográfico brasileiro. Uma pesquisa inédita radiografou, pela primeira vez, como funcionam as engrenagens desse gênero criado em Belém, no Pará, e que está totalmente alheio às estratégias tradicionais utilizadas pelas grandes gravadoras.
Os resultados da pesquisa, coordenada pela Fundação Getúlio Vargas, serão divulgados no Rio de Janeiro. Além do tecnobrega, participaram do estudo outros modelos baseados na idéia de “open business” (quando o artista dá prioridade à divulgação de seu trabalho; a preocupação maior é que o público tenha acesso ao que fora produzido): o cinema nigeriano e a cena anarcopunk da Colômbia estão entre os analisados.
“No modelo tradicional, a idéia era a de que quanto mais protegesse a criação intelectual, melhor seria do ponto de vista econômico”, explica Ronaldo Lemos, diretor do centro de tecnologia e sociedade da Escola de Direito da FGV. “Mas há dez anos surgiu uma alternativa. Os artistas, seja uma banda, um escritor, disseminam os seus trabalhos livremente e ganham dinheiro partilhando o conteúdo.”
Segundo a pesquisa, realizada entre 20/8/2006 e 20/9/ 2006 e entre 8/11 e 28/11, uma grande diferença entre o funcionamento da indústria fonográfica tradicional e o do tecnobrega é que o ritmo paraense não encara a pirataria como inimiga mortal.
Dos artistas de tecnobrega, 88% nunca tiveram nenhum contato com gravadoras. E 59% avaliam que o trabalho dos vendedores de rua têm influência positiva em suas carreiras.
O tecnobrega é a música mais ouvida no Pará. Em Belém, esse mercado é formado por 73 bandas; 273 aparelhagens (equipes de som que realizam as festas de tecnobrega); e 259 vendedores (de CDs e DVDs) que trabalham nas ruas da cidade.
O funcionamento: as bandas e DJs gravam de uma a quatro músicas num estúdio (normalmente caseiro). Mandam as canções para rádios e aparelhagens. Os camelôs compilam as músicas de maior sucesso em um CD e vendem nas ruas. O CD custa entre R$ 3 e R$ 4; um DVD, R$ 10.
“Quanto mais a música é ouvida, mais esses artistas são contratados para fazer shows. É assim que funciona aqui”, conta José Roberto da Costa Ferreira, responsável pelo site Brega Pop (www.bregapop.com), portal paraense especializado em tecnobrega.
Um dos nomes de maior sucesso da cena é a banda AR-15, que recentemente foi contratada para fazer shows no Amapá, no Maranhão e no Suriname.
“Normalmente, gravamos quatro músicas [por sessão no estúdio]. Uma mais romântica e três de aparelhagens [canções que citam na letra o nome de uma aparelhagem]. Vendemos mil CDs por show. Nós mesmos somos a gravadora”, explica Harrison Lemos, da AR-15.
Segundo a pesquisa, o faturamento mensal total dos artistas com as vendas de CDs e DVDs é de cerca de R$ 2 milhões.
Coordenadores do estudo do cinema nigeriano estarão presentes no Rio para divulgar o que encontraram. Voltada totalmente para o mercado de DVDs, a Nigéria tornou-se o principal produtor de longas do mundo, com cerca de 1.200 filmes/ano (Hollywood faz a metade disso).
Os filmes, que custam entre US$ 30 mil e US$ 100 mil, são vendidos em DVDs nas ruas, por US$ 3. É a segunda fonte de empregos no país, atrás apenas da agricultura.

Música foi inspirada pelo brega
O nascimento do tecnobrega data de 2002, em Belém, quando alguns artistas adicionaram batidas eletrônicas ao brega, gênero muito popular no Pará.
Musicalmente, a cena não acrescenta grandes novidades -como o axé e o funk carioca, é um ritmo que incorpora elementos de fora (do rock, do rap) para fazer canções que grudam no ouvido e são ideais para serem dançadas em grandes festas.
E, apesar do pouco tempo de vida, já tem algumas crias. Uma é o cybertecno, em que as guitarras são excluídas e ficam apenas as batidas eletrônicas. Outra é a chamada melody, mais lenta, para dançar a dois.
As principais bandas e aparelhagens paraenses de tecnobrega são Tecno Show, Tupinambá, AR-15, Companhia do Tecno, Beto Metralha, Poderoso Rubi, Banda Mega Pai-D’Égua e Príncipe Negro.
Muitos dos artistas fazem canções diretamente para cada aparelhagem. As canções mais tocadas nas festas de aparelhagens são transformadas em coletânea pelos camelôs, que vendem os CDs nas ruas.
É um mercado diferenciado em relação ao das grandes gravadoras. Por isso, o sucesso de um artista de tecnobrega não pode ser medido pela quantidade de CDs vendidos.
“Não há artistas milionários dentro dessa cena”, afirma Ronaldo Lemos, da Fundação Getúlio Vargas. “Mas é um modelo viável de negócio.”
Add comment Junho 29, 2008
Vinhetas antigas da Cidade FM.
Add comment Junho 28, 2008
Internet é a 2ª mídia de massa no Brasil? E o rádio?

23 horas e 51 minutos. Esse é o tempo médio que o brasileiro navega pela internet por mês, segundo informações do presidente do Interactive Advertising Bureau (IAB Brasil) e diretor-geral do Terra, Paulo Castro. Os números servem de apoio para a declaração de Castro, que dispra: “é a segunda mídia mais abrangente do Brasil. Só perde para a TV aberta”, declarou ao portal Terra.
Com o volume mensal, o Brasil ultrapassa em três horas os franceses e em quatro horas os norte-americanos. Paulo Castro prevê que a internet brasileira deva atingir 25 milhões de visitantes únicos até o final de 2008. Em dezembro do ano passado, segundo o Ibope, este número era de 21,3 milhões, contabilizados a partir de conexões residenciais. Em número absoluto, o Ibope confirma 40 milhões de internautas.
“É a sexta maior população de Internet no mundo. É um meio eletrônico de massa e alta cobertura”, avalia o presidente da IAB Brasil. Segundo ele, o crescimento do mercado digital no país é impulsionado pelo aumento de venda de computadores e disseminação de acesso em escolas e lan-houses. Outro fator comentado por Castro foi a baixa do dólar e melhor condições para crédito.
A Classe C foi a que mais cresceu em participação entre os brasileiros. A estimativa do IAB é de que, em 2008, 40% do uso da Web seja feito por este grupo, 13% pelas classes D e E e o restante pelas mais ricas.
Marcelo Gripa – Adnews
Fonte : http://www.adnewstv.com.br/internet.php?id=71953
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Vou discordar dessa informação. O rádio está em praticamente todos os lares brasileiros, nos pontos mais longínquos onde nem em sonho tem internet. Claro que esse quadro vai mudar em breve, mas o rádio sempre estará presente na vida do cidadão, pela praticidade e pelo apelo local. Vejo a internet como o complemento perfeito do rádio, principalmente pela comunicação imediata e a interatividade entre os dois meios. As possibilidades são infinitas!
1 comment Junho 28, 2008
Brinquedinho legal!
Add comment Junho 27, 2008




























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