Archive for Setembro, 2008

Segmentação musical em rádio no Brasil.

Noto que existe uma clara tendência em um novo estilo, que chamo de “híbrido”, ou seja, uma ponte entre o rádio popular e o pop. Geralmente toca-se 70% de ritmos populares (que variam de região para região) e 30% de estilo jovem, como black e dance. Um exemplo claro é a Beat 98 no Rio, que se firmou como uma força dentro da rede Glogo de rádios, alcançando no último Ibope o terceiro lugar, e por muito pouco não conquistando a segunda posíção.

Isso reforça um conceito que tenho sobre o mercado de rádio atual: Segmentação no rádio brasileiro via de regra não dá certo.

Mas falo isso com duas colocações:

01) A rádio que procura audiência GERAL com segmentação está fadada ao fracasso, o que não significa que não tenha faturamento, mas com raríssimas exceções (no formato adulta e news), no Brasil audiência sempre acompanha o faturamento.

02) Se estamos falando de mercados menores, então tudo o que mencionei ainda é mais evidente. Não existem UMA só rádio segmentada pop (musicalmente falando) no interior do país líder de mercado. A única segmentada que dá certo no interior são as rádios sertanejas, principamente em SP e MG.

Segmentada é a rádio que toca somente um estilo musical,  pois o conceito de segmentação por classe econômica e idade NÃO EXISTE MAIS e as híbridas estão provando isso. No universo geral dos ouvintes, apenas uma minoria quer ouvir somente um tipo de música, essa é uma opinião minha que é reforçada por todas as pesquisas de audiência.

Vejamos alguns exemplos:

Rádio pop:

- Segmentada: Energia 97 (dance), Venenosa (rock)
- Não segmentada: Jovem Pan (dance+rock+pop+reggae)

Rádio popular:

- Segmentada: Tupi (sertaneja)
- Não segmentada: Band (sertaneja+pagode+sucessos românticos)

Rádio Adulta:

- Segmentada: Nova Brasil (mpb), Antena 1 (internacionais lentas)
- Não segmentada: Eldorado (mpb+jazz+notícias)

Então, Jovem Pan, Mix, Transamérica Pop NÃO são segmentadas, ou seja, tocam pop-rock, dance, reggae, black (nacional e internacional).

Dificilmente uma rádio segmentada e pop  é primeiro lugar no Brasil. Existem rádios pop em primeiro em alguns (poucos) mercados, mas nenhuma é segmentada. Pelo menos eu não conheço nenhuma. Você conhece?

Além disso, atualmente é muito fácil encontrar nos carros dos brasileiros uma variedade incrível de ritmos, tanto cds sertanejos, quanto de trance. A maioria dos ouvintes não se limita mais a apenas um estilo e isso está refletindo, como estamos acompanhando, nas programações das emissoras. A Beat 98, tem como target exatamente as pessoas com esse perfil.

Eu acredito que o rádio tradicional, como conhecemos hoje, estará cada vez mais voltado para o grande público, quanto mais geral, melhor, pela ótica dos empresários do setor. Isso significa cada vez mais rádios populares e ecléticas, que já são 70% das rádios brasileiras. A lógica é simples, mais audiência = mais dinheiro. Traçando um paralelo com a TV, as redes abertas, como sabemos, tem como público alvo a camada popular. Você quer se entreter com um assunto específico? Corra para a TV a cabo. É assim que funciona. Não espere um assunto do Discovery Channel no programa da Márcia Goldsmith. Rssssss. No rádio, enquanto não emplacar o formato digital, uma esperança para os pró-segmentação, o negócio é recorrer ao ipod ou webrádios.

E para trminar: Rádio boa é rádio bem feita, não importa o formato musical. Plástica, equipamentos, locutores, promoções, enfim é o que importa. Criatividade e motivação da equipe também.

O resto é conversa pra boi dormir.

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1 comment Setembro 25, 2008

O tamanho da encrenca!

Veja esse vídeo. Depois veja novamente. Pois este é um dos desafios que a tecnologia impõe ao rádio tradicional e se você, diretor/proprietário de emissora não se der conta disso AGORA, a continuidade da sua empresa pode estar comprometida no futuro.

Vamos ao filme acima: O sujeito liga o IPhone na last.fm, que permite você fazer o streaming usando a conexão 3G (sim, essa mesmo que JÁ EXISTE no Brasil) de músicas e vídeos em qualquer hora e qualquer lugar. Quando o apresentador ouve sua seleção de músicas em casa através do iTunes, o last.fm “aprende” qual é o seu gosto musical, enfim, suas músicas preferidas. Ou seja, com esse apps (programa) do Iphone ele pode acessar pelo celular a sua programação musical personalizada. Depois, basta conectar um simples aparelho ao qual  manda o sinal do celular para o rádio do carro e … voilá! Simples e rápido, você tem a sua rádio pessoal EM QUALQUER LUGAR. Você pode ouvir no carro, mas também no escritório e casa de amigos, basta ter um rádio disponível.

E AGORA, RÁDIO?

- O que você está fazendo para tornar sua emissora mais atrativa para o ouvinte?

- Como a sua empresa está se preparando para a concorrência tecnológica?

- De que forma seus ouvintes vêem a sua marca no mercado?

- Qual a  motivação que faz com o que sua rádio seja ouvida?

- E onde, quando e por quanto tempo em média?

- A postura do ouvinte é passiva em relação à emissora?

- Você enxerga as novas tecnologias como o fim do rádio ou uma nova oportunidade de ampliar sua estratégia de marketing?

- Você encara seus ouvintes como parte de uma comunidade, uma rede social ou simplismente como “audiência”?

- Que tipo de compromisso existe entre a sua estação e a cidade em que ela atua?

Existem muitas questões sobre o momento e o futuro do rádio, respondê-las é o começo para encarar esse desafio.

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Add comment Setembro 24, 2008

Agora é tarde…

Leiam o artigo do jornal O Globo abaixo e riam. Uma solução tardia e ineficiente das gravadoras. Mais uma prova que a indústria do entretenimento passa pela mais dramática transição de sua existência. O antigo modelo de negócios está falido, o cd está moribundo, e a indústria demorou muito para reagir.
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Gravadoras e Sandisk querem substituir cds por cartões de memória.

RIO – No conturbado mercado da distribuição de música digital, a nova aposta das gravadoras para substituir o combalido CD é o slotMusic. O novo produto trata-se de um cartão de memória de 1GB, que virá com músicas pré-carregadas. E a iniciativa tem apoio de peso. As quatro grandes gravadoras – Sony BMG, Universal, EMI e Warner – estão por trás do projeto, junto com a SanDisk, que fabrica os cartões.

O alvo das gravadoras seria o download de músicas pela internet, hábito que modificou totalmente a distribuição de conteúdo no mundo digital. Um dos argumentos encontrados no site oficial da slotMusic nesse sentido é o de que “os cartões permitem que os consumidores apreciem a música de seus artistas favoritos sem a necessidade de um PC ou conexão pela internet.

O slotMusic deve começar a ser vendido nos Estados Unidos em outubro, em grandes redes como o Wal-Mart e a Best Buy, segundo o Walla Street Journal. O custo médio esperado para os álbuns é de US$ 15. A primeira leva de lançamentos incluirá 29 álbuns das quatro grandes gravadoras, com destaque para artistas populares como Rihanna, New Kids on the Block, Weezer, Usher, Chris Brown, Akon e Elvis Presley.

Um detalhe importante é que as músicas virão sem a proteção dos Digital Rights Management (DRM), que limita a transferência e cópia de arquivos. Com isso, os cartões poderão ser instalados em celulares, mp3 players e computadores, graças a uma pequeno adaptador USB. No site do produto as vantagens são alardeadas.

“A conclusão é que o slotMusic terá uma base pré-instalada sem paralelos: milhões de celulares, virtualmente qualquer computador com uma entrada USB e um número cada vez maior de equipamentos de carros poderão tocar os cartões”.

As mp3 serão de alta qualidade, com 320 kbps, e os cartões poderão trazer ainda as artes dos encartes, notas de produção, vídeos, entre outros conteúdos.

Fonte: O Globo

Add comment Setembro 23, 2008

Vinhetas antigas Manchete FM (1984)



A rede Manchete FM surgiu a partir de outorgas concedidas pelos governos militares aos Bloch. A rede compunha-se de cinco emissoras: no Rio (89,3), em São Paulo (91,3), em Salvador (104,7), em Brasília (97,7) e em Recife (94,3).

A rádio do Rio foi uma rádio pop, nos anos 70 e 80. As outras quatro emissoras procuraram sempre seguir a linha da matriz carioca.

Há uma edição antiga da revista Veja, editada em 1983 ou 1984, que tinha como matéria de capa “O Mundo Encantado das FMs”. Entre outras coisas, contava que, enquanto a Transamérica FM 100,1 de São Paulo transmitia, em seus primeiros anos, no fim da década de 70, uma programação pop mecânica, sem locução, a Manchete paulistana (FM 91,3) e a Jovem Pan (FM 100,9) conquistavam muito mais ouvintes, pois tinham programação pop mais ágil, e com locução.

Em 1989, a Manchete FM carioca estava inaugurando o primeiro programa do funqueiro DJ Malboro, que depois rodou por várias outras FMs do Rio.

Claro que a crise do grupo Bloch pegou em cheio as cinco FMs, nos anos 90. Em meados da década, as FMs do Rio e de São Paulo apelaram até para uma programação “adulta contemporânea”.

Quando a ex-popular FM 105 (105,1) virou Rede Aleluia, em 1997, a Manchete FM carioca tentou captar seus ouvintes, passando a tocar só música romântica. Se o slogan da 105 é, desde 1984, “De bem com a vida”, o da Manchete FM passou a ser “De bem com o sucesso”, até fevereiro de 1998.

As cinco FMs Manchete saíram do comando dos Bloch no início de 1998, quando as cinco rádios foram arrendadas à Rede Gospel Sat, ligada à Igreja Apostólica Renascer em Cristo. O líder da igreja é Estevan Hernandes.

As cinco FMs passaram a seguir a programação das outras rádios da Rede Gospel Sat. Ou seja: música jovem gospel quase a semana toda. Quase, porque as manhãs de segunda a sexta eram reservadas à programas de variedades da Igreja Renascer (uma espécie de AeMão gospel), e os domingos tinham transmissões de quatro cultos.

Como o grupo da Igreja Renascer não mostrava competência para gerir as cinco rádios, o grupo Bloch começou a negociar a rede de FMs Manchete. Prevendo o pior, a rede Gospel Sat se precaveu. No Rio, comprou a FM 107,9 (ex-Estácio e ex-Universidade FM), no fim de 1999. Em Brasília, instalou uma repetidora em FM 92,9.

O racha na rede veio em 2000. A FM 89,3 do Rio e a FM 97,7 de Brasília foram vendidas à rede Nova Brasil FM, que assumiu sua filial carioca em 1º/11/2000, e a de Brasília em 2001.

Em 2002, a antiga rede de cinco FMs Manchete foi definitivamente extinta. As filiais de São Paulo (FM 91,3), de Salvador (FM 104,7) e de Recife (FM 94,3) também foram transferidas para a rede Nova Brasil FM. Tempos depois, a rádio paulistana foi vendida para a Itapema FM de Florianópolis, uma rádio adulta do grupo RBS.

Terminou, assim, a história de uma das primeiras redes de FMs da história do rádio brasileiro.

Fonte do texto: Tributo ao rádio do Rio de Janeiro.

1 comment Setembro 22, 2008

Da série “Etiqueta no ambiente de trabalho.”

Hahahahahahahahaha!

Add comment Setembro 21, 2008

DJ Iraí Campos.

Parte 1

Parte 2.

Parte 3.

Um cara que eu sou absolutamente fã é do DJ Alex Hunt. Pra mim um dos profissionais mais completos do Brasil. Pois ele está produzindo uma série de vídeos sobre os grandes djs do Brasil. Vamos conhecer a história dos pioneiros, aqueles que abriram o mercado para a música eletrônica nas boates e rádios. Uma iniciativa SENSACIONAL, para que não esqueçamos desses personagens tão importantes. O primeiro da série é com o Iraí campos. Curtam!

Add comment Setembro 20, 2008

Porque escrevo em um blog.

Blog dá trabalho, muito. Poderia ao invés de estar aqui estar produzindo uma trilha, criando outro produto, enfim, trabalhando e vivendo meus projetos. Tem mais, é perigoso. Não apenas no blog, mas também em fóruns e orkut, você acaba se expondo muito mais do que deve.

Poxa, mas se é assim, vale a pena?

Vale.

Comecei no rádio em 1986, lá se vão 22 anos. Acumulei nesse período vitórias, derrotas, conquistas, decepções, alegrias… Tenho ainda muita lenha para queimar, mas hoje me vejo com a necessidade de passar algo sobre o meio de forma honesta, sem floreios. Tem muita gente que lê os meus artigos, e talvez muitos deles querem saber mais sobre essa profissão tão apaixonante, embora exigente de sacrifícios. Se você é jovem, quer trabalhar em rádio ou talvez esteja cursando comunicação mas se sente ainda “verde”, no que eu puder ajudar, contem comigo! O aprendizado será conjunto, meu e seu.

Quem dera quando eu era moleque, encontrasse alguém com 2 décadas de experiência disposto a contar a realidade do rádio, talvez eu tivesse feito menos burradas. Pena que não existia internet naquela época! Ou não, possivelmente a magia do rádio dos anos 80 era justamente a forma pioneira e criativa que encontrávamos as soluções do dia a dia.

Acredito que após certo tempo, passamos a ter certas responsabilidades com aqueles que estão chegando. Essa “missão” consiste em traduzir o mercado de forma imparcial para os próximos profissionais, apresentando a realidade, e exercitando certa futurologia, antecipando tendências e se preparando para uma nova transição, que já começou.

Bem, sempre que possível, esporadicamente, estarei postando textos, opiniões e curiosidades deste universo maravilhoso.

Add comment Setembro 20, 2008

Yakissoba Bee Gees.

Amigos, estava atrás de um clip dos Bee Gees e olha o que eu achei no YouTube. Agora vou ter que decorar a letra da música porque ficou muito engraçado! Curtam.

Add comment Setembro 6, 2008

Como acabar com a imagem da sua rádio.

Você sabia que a sua rádio tem imagem?  Isso mesmo! A imagem ao qual me refiro são as vinhetas e trilhas. Estas ferramentas sonoras mostram a sua cara para o mercado, seu nível de profissionalismo e seu comprometimento com a inovação do seu negócio.

Imagine uma Rede Globo colocando entre seus programas vinhetas ainda dos anos 80. Já pensou? Sair de um programa atual em HDTV para uma chamada trêmula em Betacam, som abafado, edições ultrapassadas com aquelas letras amarelas usadas antigamente. Completamente improvável, certo? Então porque ouvimos tantas rádios fazendo isso? É verdade, tem muita emissora que não dá a mínima importância à forma como o seu produto é apresentado aos ouvintes e anunciantes.

Alguns exemplos de “maus tratos” à imagem das rádios:

01) Não renove sua plástica nunca.

“Vinhetas e trilhas novas, pra quê isso? Nós já tocamos as músicas que o ouvinte quer! Qual o problema de ter as mesmas vinhetas há dez anos? É bom assim, porque o povo já está acostumado com elas.”

Não é preciso virar o dial de cabeça para baixo para descobrir emissoras que por anos (ou às vezes décadas!) não substituem suas produções. A desculpa acima é um disfarce para o comodismo.  Esse sentimento, não tenha dúvidas, contamina toda a sua equipe, principalmente locutores. Nunca trocar a plástica é a certeza da mediocridade, afinal, “essa vinheta está no ar há tanto tempo, não é? Pra quê tirar?”. Acontece que uma plástica manjada automatiza o locutor. Quem é da área sempre percebe quando o profissional liga o piloto automático, fala sempre as mesmas coisas todos os dias, nunca inova. Porque? Por que a empresa que ele trabalha se mostra assim para ele todos os dias.

02) Use vinhetas grátis.

“Oba! descobri em um fórum um monte de vinhetas grátis! Pra que pagar se eu posso ter de graça? Tudo bem não ter nada personalizado, basta colocar o meu primo Gervásio falando o nome da rádio depois!”

Vinhetas grátis não apenas não valem o “preço” como diminui a credibilidade da sua rádio. Arquivos disttribuídos na internet com essas vinhetas normalmente são agrupadas com produções de  várias origens: Um locutor que quer mostrar serviço e faz de graça, mas sem critério algum, alguém que deixa prova de voz em algum estúdio,  e principalmente de vinhetas antigas alegremente surrupiadas de outras rádios, sejam de demos de produtoras ou gravações diretas do ar mesmo. Depois de retalhadas no estúdio de produção da sua emissora sobra não um pacote de vinhetas, mas uma colcha de retalhos, sem coesão e unidade. Vinhetas com volumes e equalizações diferentes, masterizações e qualidades sonoras distintas. A concorrência agradece quando comprar um pacote cantado de qualidade feito exclusivamente para ela, deixando a imagem da sua emissora no chinelo.

03) Não padronize o uso da sua plástica.

” Aaaah, as vinhetas estão no computador, cada locutor que se vire!”

Vinhetas não foram feitas para serem usadas de qualquer maneira. Se cada locutor as usarem de forma diferente a emissora estará de um jeito de manhã e outro à tarde.  Sem falar na repetição de vinhetas, já que cada pessoa tem a tendência de escolher as suas preferidas e só tocar aquelas. Existe uma trilha ou vinheta específica para falar ao vivo com o ouvinte? Para notícias? Para entrada de break?  Pois faça com que todos tenham um código de uso dos elementos sonoros da sua rádio. Usar indiscriminadamente sua plástica gera confusão não só entre os locutores como na própria audiência.

04) Pirateie/ troque vinhetas.

” Encontrei um site de uma produtora que tem uma demo com o mesmo nome da rádio que trabalho. Uau! Mas espera aí… o mp3 está em 64 kpbs, droga! Não tem galho não, a gente tenta melhorar no “soundifódi”

Uma face triste do rádio é quando ouvimos claramente que aquela vinheta foi pirateada. Isso acaba com a criatividade do rádio pois a motivo é simples: Se uma produtora ouve seu trabalho em inúmeras rádios sem ter recebido por isso, cada vez menos profissionais irão se dedicar à esse ramo. Menos produtoras significa menos pessoas criando para o rádio. Ainda bem que nesse ponto são poucas que recorrem à isso.

05) Não invista!

” Vinheta é despesa! É coisa desnecessária.”

A sua rádio encara a plástica como despesa ou investimento? Se for como despesa como você convence seu cliente que anunciar na sua emissora é um investimento e não uma despesa? Reflita.

06) Pense pequeno!

” Plástica bonita é coisa de rádio grande de São Paulo… “

Ah, você não investe na plástica da rádio, pois isso é para os grandes? É uma pena, pois assim você está perdendo uma grande vantagem competitiva, principalmente se existir uma rádio de rede na sua praça. O rádio é basicamente um meio de comunicação local, mas não significa que você deva diferenciar-se para pior com  a rede na qualidade de suas vinhetas. Pelo contrário, igualando em qualidade, a sua emissora tem a vantagem de ter a identificação com a sua cidade, o que uma rede nunca vai poder oferecer.

07) Não divulgue a sua rádio.

” Nome da rádio? Pra quê? Eu sei o nome da rádio, os locutores também. Ah, os ouvintes já devem saber, certo?”

Errado. Já ouvi muita rádio por uma boa meia hora sem saber o nome da estacão. Nas vinhetas só havia a frequência! Como pode? Fora as vinhetas em que a qualidade é tão ruim que não há como simplismente entender o que se fala. Vinhetas “quase de graça” fazem mal à saude da sua rádio, mas claro que existem exceções. Ora, saber o nome da rádio é o básico. Lembre-se, seu ouvinte hoje é bombardeado com muito mais informações do que a 10 anos atrás. Tvs a cabo, jornais, revistas, outdoors, internet, mídias alternativas e muito mais. O nome da sua emissora disputa agora com um número muito maior de meios de comunicação e só existe uma forma de ser lembrado: Com uma boa plástica.

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6 comments Setembro 4, 2008

Metropolitana FM.

1 comment Setembro 3, 2008

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