Archive for Dezembro, 2008

Como produzir um spot perfeito.


Existem alguns princípios para gravar um bom comercial. Lembre-se, o comercial eficaz é aquele que desperta a imaginação do ouvinte, por isso sempre tenha em mente que aqueles 30 segundos devem expressar o produto do cliente visualmente, principalmente se for no rádio. Tire partido da grande vantagem competitiva que temos, que é a capacidade de contarmos histórias e fazer nossa audiência viajar sem a necessidade de imagens. A pergunta que você sempre deve fazer a si mesmo ao produzir um spot é: ” Em que este produto/serviço beneficia o ouvinte?”. Então, faça acontecer.

01) A regra mais importante: Mencione o nome do cliente VÁRIAS VEZES. Certifique-se que o ouvinte saberá qual é o nome da empresa depois que o comercial terminar.

02) Mostre para o ouvinte que ele terá vantagens em ouvir o comercial. Uma promoção irrecusável de 60%, por exemplo,  é um ótimo chamariz e faz o público-alvo ouvir o spot até o fim.

03) Use todas as suas armas para prender o ouvinte. Efeitos sonoros, música, vozes engraçadas, imitações, etc. Mas espere, uma explosão ou laser jamais deve encobrir a locução. O bom senso é a melhor opção. Aliás, melhor evitar qualquer  explosão ou laser em seu spot, além de poluir a mensagem, é totalmente anos 90! Já foi.

04) Atenção total aos erros gramaticais, principalmente concordância verbal e nominal. Não existe nada pior que ouvir “as promoção que você esperava!”. Não erre propositadamente para atingir um público mais humilde, é feio, não gera venda e estraga a imagem de quem anuncia.

05) Use linguagem simples. E quanto menor a frase, melhor. Complicar o texto só vai fazer o público confundir a mensagem que o cliente quer passar.

06) Vá direto ao ponto! Diga o que o ouvinte espera na primeira frase. O principal deve ser dito imediatamente.”Os maiores descontos que você já viu em cama, mesa e banho” na introdução é muito melhor do que “Paixão, sedução, emoção… tecidos exclusivos… Se você pensar em cama, mesa e banho… blablabla…” Até chegar nos descontos, o ouvinte já dormiu!

07) Use palavras como “Agora” e “Hoje” quando anunciar uma venda. O rádio é o melhor veículo para evidenciar o imediatismo. Use esse poder.

08) Importante: Comercial não é locução de corrida de cavalos.  Espremer um texto de 45 segundos em 30 é sempre um desastre. Cuidado, muito cuidado ao usar o “time stretch” do Sound Forge.

09) Em 99% dos casos, quanto mais texto, menor a possibilidade de uma boa interpretação do locutor. Opte por ter dois comerciais com textos diferentes ao invés de tentar dizer tudo de uma vez.

10) Divulgue apenas um número de telefone, mesmo se existirem várias lojas. Se o comercial terminar assim “Ligue agora mesmo! 34762309 ou 7523425″ o ouvinte não vai decorar nem um telefone nem o outro.

11) Eu faço assim: Depois do comercial pronto ouço bem baixinho, simulando a  situação real de alguém ouvindo rádio como som ambiente. A voz deve estar audível, clara e transparente.

12) Recomenda-se naturalidade e fluidez na locução. Nunca tente “forçar a barra” quando o texto e o locutor escolhido não combinam. A verdade tem que prevalecer  sempre. Uma situação de conflito não passa a menor credibilidade ao produto.

13) Simples: PAGUE o locutor. Sua voz é o seu ganha pão. Por respeito à profissão, não o force a gravar de graça se o spot for produzido na rádio. Primeiro que ninguém capricha ou se esforça quando é coagido a gravar. Espere as piores interpretações e o mínimo de dedicação de um locutor de mal humor.  Segundo porque é exploração da grossa. A rádio ganha? O cliente divulga sua marca? Então o locutor deve receber!

14) Extremo cuidado com a pronúncia de outros idiomas. Pergunte se não sabe como dizer determinda palavra. Pior é descobrir o problema no ar. Não se intimide, se precisar, ligue para o dono do estabelecimento e solucione a sua dúvida. O cliente vai gostar muito de perceber essa preocupação da sua parte.

15) Não deixe o comercial criar teia de aranha. Depois de no máximo um mês, mostre para o anunciante a importância de variar a música e o texto sempre que possível. Mesmo o melhor comercial em pouco tempo se torna monótono para a sua audiência.

16) A melhor estratégia antes de começar a produzir o comercial é sempre conversar antes com o dono ou responsável da empresa. Procure saber como ele deseja o comercial, qual o estilo de locução ou trilha ele imagina que melhor representa seu estabelecimento. Uma coisa é certa, ninguém conhece melhor o público-alvo do que ele. Isso não significa que você não possa sugerir alguma mudança no spot, é até aconselhável. Cabe a você aumentar o leque de idéias para o cliente, levantando novas abordagens.

17) Jamais! Atenção, eu disse JAMAIS diga esta frase ” A loja X faz aniversário, mas quem ganha o presente é vocêêêêêê!” Torço para que o código penal um dia inclua esse absurdo como crime hediondo.

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Quer publicar esse artigo? Não esqueça a fonte: http://gabrielpassajou.com

10 comments Dezembro 30, 2008

A história da house music – legendada.

Em 1986, trouxe do Rio de Janeiro alguns discos importados comprados em uma loja do shopping da Gávea (estou tentando lembrar o nome, parece que era “Modern Sound”). Entre eles vários 12 inchs de house music. Um som que explodia em Chicago e ninguém conhecia no Brasil, já que não existia acesso à qualquer material importado.  Pelo menos era muito difícil. Foi assim que entrei no rádio, fazendo um programa de dance music chamado “Pé na pista”, na extinta Atlântida FM.

O filme que você vai ver acima conta justamente como a house music começou. Foi muito bom ter vivido o início de tudo e ver hoje mais de 20 anos depois a cena eletrônica, com suas 1001 vertentes, conquistando milhões de fãs e invadindo o hit parade. Na época, o sucesso era o rock nacional, mas éramos loucos e tocávamos muita coisa eletrônica nas pickups, sem desconfiar que estávamos abrindo um caminho sem volta pra um estilo de música que hoje se encontra no auge. DJ ficava no fundo da boate, escondido. Hoje são estrelas do universo pop. Aprendi a mixar em tocadiscos D-20 da Gradiente e mixer Tonos IC-3.

Lembro que foi o primeiro programa de dance music “didático” de Brasília, ou seja, explicávamos quem eram os artistas, falávamos sobre o estilo musical, quem produzia, qual era  a gravadora e tudo isso mixado por duas horas!  Não havia internet, então nos virávamos para conseguir notícias e seguir as paradas dance da Billboard. Aliás, quando chegava uma Billboard em nossas mãos, mesmo uma edição 3 semanas atrasadas, era uma felicidade! Líamos  como fosse um tesouro, e era mesmo.

Vou assistir esse especial quase comemorando, talvez bebericando um vinho, curtindo um tempo que felizmente eu vivi. São 20 episódios… tenho tempo.

3 comments Dezembro 28, 2008

Notícias musicais.

Reparou algo diferente na coluna direita? Agora você acessa vários portais de notícias sobre música diretamente do blog. Gostou?

1 comment Dezembro 28, 2008

A cultura do remix.

Do blog radiocg.wordpress.com , um primoroso resumo feito pelo amigo Johan van Haandel:

Um famoso teórico da comunicação chamado Lev Manovich define a cultura atual como a “cultura do remix”. Ela foi iniciada nos anos 70 e encontra-se atualmente em seu ponto máximo. Sua primeira forma de expressão foi a música, agora ela se encontra em diversas outras formas como cinema, moda etc.

Remix é uma nova mixagem dada a determinada música. Em seu início, nos anos 70, os remixes eram versões longas de músicas (geralmente dançantes) para serem mixadas nas pistas de dança pelos DJs. A primeira música a ser considerada como remix foi produzida por Tom Moulton em 1972.

Com o tempo os remixes passaram a fazer sucesso tanto quanto a versão original. Um dos primeiros êxitos no Brasil foi “I’ll be holding on” do cantor Al Downing em uma versão longa feita pelo DJ Tom Moulton no início de 1975. A música ficou conhecida como o “Melô do banjo” graças a parte final incluída pelo DJ Moulton ao final da música. Ela tocava bastante na Rádio Mundial AM 860 KHz do Rio(*), das organizações Globo, conisiderada a vovó das rádios jovens do Brasil. Aliás, o termo “melô” surgiu nela. Como os locutores se enrolavam para falar o nome em inglês das músicas eles pegavam um trecho marcante da música e a batizavam como “melô” desta coisa. Foi pelo seu solo de banjo a música do Al Downing ficou conhecida como o “Melô do banjo”.

Graças ao grande sucesso das discotecas no final dos anos 70 os remixes longos ganharam lugares cativos no rádio aos finais de semana. No Rio, por volta de 1978, a recém criada Rádio Cidade tinha um programa de disco music chamado “Cidade Disco Club” no qual o DJ Ivan Romero mixava os sucessos do momento. O fato do DJ mixar com perfeição duas músicas chamou a atenção de um adolescente de 14 anos que era assíduo frequentador de bailes funks. Nessa época os DJs dos bailes não mixavam músicas “na mesma batida”, ao terminar uma faixa eles cortavam logo para a outra. Esse adolescente passou a treinar com toca discos em sua casa a técnica de mixar duas faixas de funk “na mesma batida” e levou essa técnica para os DJs dos bailes. Como esse adolescente vinha de um lugar bem distante dos bailes os DJs brincavam dizendo que ele vinha lá da terra da Malboro (referência ao comercial de cigarros da Marlboro) por isso ele ganhou o nome de DJ Marlboro.

Nesse meio tempo, nos Estados Unidos, os bailes blacks, nos quais os primeiros remixes tocavam, começaram a ter DJs performáticos, que queriam mostrar sua perícia no comando das pick ups. Eles faziam malabarismos com trechos de canções. Um desses malabarismos era tocar um trecho de música nos dois vinis por vez, alternando a ordem através do mixer, técnica chamada de back 2 back, na qual o DJ Grandmaster Flash era pioneiro e grande fera! Outra técnica que era aperfeiçoada nessa época era o scratch, que também foi criada por um adolescente frequentador dos bailes, mas que era de Nova York. Em 1971 ele estava ouvindo música quando sua mãe o chamou batendo na porta, para ouvi-la melhor ele parou abruptamente o LP com a mão, dando o som característico do scratch. Empolgado com o que ouviu passou a treinar e levou a idéia aos DJs da cidade e a nova técnica se espalhou rapidamente. Graças a criação recebeu o nome de Grand Wizard Theodore (Grande Mago Theodore).

A necessidade de ter músicas com batidas sincronizadas para facilitar as mixagens e as performances levou o pessoal da música black ao Kraftwerk. Os sons do álbum “Trans-Europe Express” eram bastante usados para performances de back 2 back no final dos anos 70. Essa técnica de uso de um trecho de canção para criação de outra coisa levou o pessoal da música black a criar músicas com trechos de outras. Nascia a cultura do sample. Um novo tipo de remix, que consiste em uso de amostra de uma música em outra. O primeiro rap a fazer muito sucesso, “Rapper’s delight” do Sugarhill Gang (1979), já vinha com a idéia do sample, trazendo sampleada o baixo e a batida da música “Good times” do grupo Chic, sucesso meses antes. A idéia de sampleagem ganhou mais força ainda com o grande sucesso de “Planet rock” de Afrika Bambaataa (1982), música que redefinou os rumos do funk ao trazer a batida quadrada de “Numbers” com a melodia gélida de “Trans-Europe Express”, ambas do Kraftwerk. Nascia assim o funk moderno (chamado de electro-funk), que iria inspirar vários outros artistas não só do black, mas de diversos estilos musicais.

Nos anos 80 começou a ganhar espaço novas formas de remixes. Não bastava criar só uma versão longa. Os DJs e produtores começavam a brincar com as músicas, graças ao barateamento dos processos de gravação. Surgiam dessa forma as versões Dub, Extended e radio Edit (reduzida para ser tocada no rádio). Foi nesse cenário que os remixes passaram a ser feitos nas terras tupiniquins. DJs e produtores como Iraí Campos, Liminha, Grego, Marcello “Memê” Mansur e Julinho Mazzei passaram a retrabalhar sucessos nacionais das gravadoras majors (CBS, Emi e WEA eram as que mais faziam remixes na época). Esses remixes eram tocados não só nas boates (em versões longas e dançantes para serem mixadas pelos DJs) mas também no rádio como uma versão diferenciada do “hit do momento”. Foi graças a versão remix de “Louras geladas” que o RPM começou a ser tocado nas rádios na primeira metade de 1985.

O passo seguinte da evolução do remix foi o começo de assinaturas dos DJs/produtores para as suas re-mixagens. Com a diversificação de estilos de músicas eletrônicas dançantes, O intuito maior era indicar, pelo nome do DJ/produtor, que gênero da e-music tal remix fazia parte. Exemplos: “Masters At Work Club Mix” indicava remix house em versão estendida para ser tocada nos clubs (boates), “Thunderpuss Radio Edit” indicava remix house tribal em versão reduzida para ser tocada no rádio, “Moby’s Subway Mix” indicava remix techno (o “Subway” é apenas um nome de batismo para esse remix, não quer dizer nada). Artistas começaram a lançar vários remixes de seu hit e com a assinatura dos DJs/produtores o sonoplasta (DJ ou radialista) sabia qual era a versão que queria, de acordo com o gênero que toca em sua apresentação (set musical).

Com a introdução da edição via computador, não-linear, DJs e produtores puderam experimentar novas mixagens mais elaboradas, nas quais usam-se tantos samples e os mixam tanto que o ouvinte perde a referência do que está sendo tocado.. Como exemplo, produtores que usam este tipo de técnica são os Chemical Brothers. De acordo com o teórico Eduardo Navas, este tipo de remix é chamado reflexivo, pois busca uma autonomia, escapando da identificação da versão “original” do sample, fazendo que o ouvinte tenha uma visão crítica em relação à obra.

São estes os processos que vemos hoje em dia não só na música eletrônica ou black, mas infiltrados na música contemporânea, em seus diversos segmentos.

(*) A rádio virou a CBN em 1993 e retornou em maio de 2008 como uma rádio retrô: http://www.mundial.am.br

Add comment Dezembro 27, 2008

Sidney Resende entrevista dublador Ricardo Juarez.

Add comment Dezembro 27, 2008

As melhores e piores rádios do Brasil – Edição 2008.

MELHORES:

01) Beat 98 – RJ


O primeiro lugar do pódium é da Beat 98 do Rio de Janeiro. Uma tendência antecipada neste blog com meses de antecedência (leia aqui) com relação ao novo formato “híbrido” que tem feito muito sucesso em vários mercados.

Aqui algumas características das emissoras híbridas (outro artigo meu, aqui):

- Plástica pop mas com uma programação mais popular. As músicas pop entram, mas em proporção reduzida.

- Promoções voltadas ao público jovem, com ênfase em novidades tecnológicas como Iphones ou computadores. Nada de sorteio de cestas básicas aqui.

- Locução dinâmica e corrida, ao contrário do ritmo mais ameno das ecléticas. Participação menor do locutor e ouvinte no ar.

- Sites com roupagem moderna, com ênfase na interatividade com os ouvintes, inclusive utilizando blogs de locutores.

- O uso acentuado de redes sociais como o Orkut.

- A divulgação externa da marca de rádio através da equipe de promoções, que aliás, ganha status dentro das emissoras. São eles que fazem a ponte entre o ouvinte e a rádio nas ruas da cidade.

-Eventos e prêmios voltados para a classe C.

Um prêmio merecido, já que a Beat 98 alterou o mercado carioca de forma evidente, com boas contratações da concorrência (Tino Jr.) e agora pela primeira vez em muitos anos ameaça a hegemonia da FM O Dia, que se viu obrigada a mudar a sua programação.

02) Mix FM – SP


A Mix FM fica com a segunda posição pelo crescimento constante de sua rede e  competência de seu diretor artístico, Marcelo Braga (entrevista com ele, aqui), em levar a emissora ao primeiro lugar este ano, pelo menos por alguns meses, na pesquisa geral do Ibope na maior cidade do país, São Paulo. Há 15 anos  uma rádio pop não alcançava esta posição.

03) OI FM – BH


Polêmicas à parte. A OI FM inaugurou uma nova maneira de fazer rádio. Pela primeira vez no mercado radiofônico,  a marca de uma empresa ou produto empresta sua credibilidade e nome à uma emissora. E parece que o movimento apenas começou, pois hoje temos a Sul América FM, ligado à uma companhia de seguros e a Mit FM, financiada pela Mitsubishi Motors. Ibope? Faturamento? Não, às rádios customizadas  interessa a sedimentação da sua marca, divulgação de seu conceito e valores, identidade com o público-alvo e a interatividade com futuros clientes. Mas a meu ver, a OI FM deveria ter locução ao vivo, uma falha que podeira ser facilmente corrigida. Texto complementar aqui.

PIORES:

01) Transamérica  pop


O que dizer da Transamérica Pop? Este ano tudo foi dito em fóruns, comunidades do Orkut e em meu blog, aqui. Fica a lamentável sensação que a rádio poderia estar em melhor situação, mas “forças ocultas” a impedem de subir. Está em 24º na audiência em São Paulo.

02) Jovem pan FM

Jovem Pan? Sim, embora tenha uma inegável força em seu segmento, acredito que a emissora do Tutinha tem vivido os últimos tempos da fama do programa Pânico na televisão. A ousadia de poucos anos atrás se transformou em previsibilidade na programação, plástica e locução. Parece uma rádio ligada no piloto automático, com chamadas ruins e locutores desmotivados.  Saiu das 10 mais ouvidas em São Paulo, graças à recentes mudanças na grade com o aumento do Jornal da Manhã (incríveis 3 horas e meia!) e transmissão de jogos esportivos, incompatíveis com o formato pop, mas de grande rentabilidade. Por falar em futebol, outra bola fora foi incluir Claudia Leitte, artista de apelo popular, em sua programação, mesmo com uma roupagem pop em substituição ao axé.

03) Venenosa FM – RJ

O fim da Venenosa marca uma frase que sempre digo, “rádio rock não dá certo no Brasil”, artigo aqui. Um fim melancólico de um projeto que nos últimos meses tinha tudo para não dar certo.

4 comments Dezembro 26, 2008

¡Viva Chile!

Atendendo a pedidos, mostro alguns lugares mágicos do Chile! Uma viagem inesquecível.

1 comment Dezembro 26, 2008

Universo DJ – DJ Grego.

Mais um vídeo do grande DJ Alex Hunt. Universo DJ é uma série de documentários onde são apresentados os disc jóqueis que fizeram história ne mercado da música e entretenimento no Brasil.

Parte 01

Parte 02

Parte 03

Parte 04

Parte 05

Parte 06

Add comment Dezembro 26, 2008

Ho!Ho!Ho!

E vamos em frente. Desejo a você e sua família muita paz e alegrias. Obrigado pela sua visita ao nosso blog.

Add comment Dezembro 24, 2008

Email do blog.


A partir de agora, abro mais um canal de comunicação: Um email exclusivo do blog. Nele você pode se sugerir artigos, mandar mp3s, novidades ou fotos (seria legal ver quem são vocês), enfim, elogiar ou criticar. Precisa dizer qual é? Hehehe. Lá vai: passajou@gmail.com . Coloquei na lateral do blog de forma permanente.

Add comment Dezembro 22, 2008

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