Archive for Junho, 2009
Julinho Mazzei: O homem que revolucionou o rádio.
Mais um vídeo maravilhoso. Uma entrevista recente com o mestre Julinho Mazzei. A novidade: Em breve ele terá a própria webrádio. Tomara! Agradecimento ao meu amigo Windson Clay pela dica.
Add comment Junho 27, 2009
Especial Michael Jackson.

A chamada que vai rolar o dia inteiro na executiva. Especial das 5 às 7 da noite na Executiva FM:
Se alguém quiser o link do especial quando estiver pronto, me avise que eu mando.
São 3:20 da manhã, acabei de terminar o spot e estou triste pacas. Já ouvi toda a discografia do cara. Grande perda.
R.I.P. Michael Jackson.
UPDDATE: Quem quiser ouvir o primeiro bloco, incluindo abertura + locução, acesse:
http://www.4shared.com/file/114630737/da84d9f6/bloco01-64.html
O feedback tem sido ótimo. Fomos a única rádio que dedicou um especial ao Michael Jackson em Brasília.
6 comments Junho 26, 2009
Bastidores da Transamérica FM (SP) nos anos 80.
Dica preciosa do meu amigo Rodolfo Milet. Este era o programa Circuito Night and Day apresentado por Celso Russomanno nos anos 80. Esses vídeos são de arrepiar quem gosta de rádio. A fase de ouro da Transamérica FM:
Parte 01.
Parte 02.
Parte 03.
Parte 04.
Parte 05.
Add comment Junho 25, 2009
Entrevista de Tutinha na revista Trip.

Sabia que Roberto Marinho tinha 60 anos quando fundou a TV Globo? Antonio Augusto Amaral de Carvalho sabe. Tutinha, como todos o conhecem, é executivo todo-poderoso do rádio brasileiro e um dos nomes mais temidos pela indústria fonográfica nacional. Tem 49 anos. Aos 20, montou a Jovem Pan FM e tratou de fazer dela uma gigante da FM – hoje contando 50 afiliadas. É sucessor natural do pai, Antonio Augusto Amaral de Carvalho, o Tuta, no posto de diretor-presidente do grupo Jovem Pan, que envolve outras 70 emissoras AM. Mas o fato de ele estampar pela segunda vez as Páginas Negras [a primeira foi em 1995] é por conta de uma aventura que ele começou aos 47 anos: o Pânico na TV, adaptação do talk show Pânico, líder de audiência há uma década na FM.
Em setembro de 2003, Tutinha conseguiu emplacar o programa na grade da suspeita Rede TV!. Menos de dois anos depois, com uma média de dez pontos no Ibope, a atração acostumou-se a bater no Gugu e a ser cortejada pelo próprio SBT e pela Record. Mais que isso: desde a estréia, tudo o que acontece com o Pânico na TV vira notícia. Até mesmo sua não-ida para o SBT.
O não-evento envolveu um estranho apagão de dez minutos nas transmissões do programa, duas reuniões insólitas de Tutinha com Silvio Santos, negociações secretas sistematicamente vazadas e manobras da direção da Rede TV!, que prometem a permanência do humorístico na emissora até o fim do contrato, em 2007. Foi nessa semana atribulada que o capo da gangue que atazana as celebridades brasileiras recebeu a Trip nos escritórios da Jovem Pan, na avenida Paulista, em São Paulo.

Durão
A fama do homem é de mau. Chefe intempestivo, executivo estressado, negociador durão. Casado pela terceira vez, ele mora com a mulher, Nádia, e três enteados. Tem três filhos, todos do primeiro casamento, com idades entre 14 e 20 anos. Ao longo das três horas de conversa, fala de sonhos e arrependimentos de forma desconcertantemente franca: “Sou um empreendedor. As pessoas assim são mais infelizes, mas são elas que fazem as coisas”.
Ao passar a limpo o currículo, revela que, antes de ser homem de rádio, foi moleque faz-tudo na TV. Seu avô, pai do velho Tuta, era o célebre Paulo Machado de Carvalho, apelidado “Marechal da Vitória” depois de chefiar a delegação brasileira na Copa de 1958 e eternizado no nome oficial do estádio do Pacaembu. Não seria errado dizer que Tutinha é neto do Pacaembu. O avô Paulo foi também um dos pioneiros da televisão no Brasil: fundou a Record em 1953. Em 1965, quando a Globo de Roberto Marinho ensaiava os primeiros passos, a emissora do Marechal produzia Jovem Guarda e O Fino da Bossa.
Tutinha chegou nessa festa atrasado, mas nem tanto. “Peguei o final da Família Trapo [com Ronald Golias e Jô Soares], Hebe… Fiz direção de TV, fui câmera, fiz áudio e luz, organizei trilha de novela. A Record vinha numa linha decadente naquela época [começo dos anos 70] e, depois que meu pai saiu, fui montar a primeira FM da Jovem Pan. Programava Billy Eckstine, Peggy Lee, eu manjava de jazz pra cacete!”
A secretária interrompe no viva voz: “Tutinha, é o Rodrigo Navarro [diretor-comercial do SBT]“. Toca o telefone, ele tira do gancho e desliga. Segue a entrevista, toca de novo, Tutinha tira o fone do gancho e desliga. Mais um minuto, toca de novo, ele tira do gancho novamente e, num gesto impaciente, deixa o aparelho jogado no chão. Depois sorri, cúmplice, para o repórter. Um doce de entrevistado.
Trip Você esperava que o Pânico na TV fosse dar tão certo?
Tutinha Os índices que temos hoje, eu realmente não esperava. Mas há 12 anos o Pânico está no ar na rádio Jovem Pan FM e há 12 anos é primeiro lugar. Por isso foi que eu pensei: “Porra, vamos fazer esse programa na TV”. Fiquei um ano tentando. Fui ao SBT, falei com o Guilherme Stoliar [superintendente-comercial do SBT], que é meu amigo, e ninguém quis. Falei na Gazeta e até naquela Rede Vida. Não quiseram. Fui à Bandeirantes, falei com a Marlene Mattos, e ela me deu canseira. Disse que queria, depois muxibou. Era um projeto muito barato: 70 mil. Mas ela ficou jogando e no final eu arrumei sozinho um patrocínio: cheguei na Vivo e vendi. A Rede TV! não queria, mas eu entrei já com a grana. Na primeira semana, já tivemos uma audiência anormal. Levamos os ouvintes da Jovem Pan para a TV.
Em 84, você apareceu numa reportagem da Veja citando pessoas que estavam fazendo uma revolução no rádio. O Pânico hoje é uma revolução na TV?
Conseguimos quebrar os padrões. O Faustão hoje é insuportável. Com todo o respeito, ele é meu amigo e um superprofissional. Mas o formato do programa dele não dá: pega um cara e fica 30 minutos falando do cara. O programa do Gugu: duas horas conversando com uma pessoa, depois vêm a mãe, a tia… Insuportável. Não é a minha opinião, é a opinião de todo mundo! E aí vem o Pânico fazendo um negócio descontraído, fica mais verdadeiro. Não é que o programa tenha roteiro: os caras não batem bem mesmo! O Vesgo não bate bem, o Ceará não bate bem, ninguém bate bem…
Você também não bate bem?
Eu acho que eu também não bato bem [risos]. Mas tento evitar que eles sejam grossos, porque os caras não têm limites. Foram no Fashion Week, levantaram a saia de uma mulher e tomamos um processo. Gravaram uma matéria em que ficavam pegando no pinto de uma estátua! Hoje o programa está em evidência: qualquer coisa, a turma manda processo pra ganhar dinheiro! Tem sempre gente no nosso pé: uma associação de velhinhos, o pessoal que reclama dos anões… Mas o cara que faz o Robinho [o anão Nestor Bertolino Neto] está feliz da vida, ganhando uma grana. E o bordão “Pedala, Robinho” hoje é nacional. Vi na Globo outro dia um político dizendo que o governo precisa pedalar.
É verdade que o presidente de uma empresa foi sacaneado pelo Vesgo e pelo Ceará, mesmo sendo o patrocinador do programa?
Eles não sabem quem é quem, pegam qualquer um. Num evento, passou o tal presidente na frente e eles disseram: “Ó o corcunda de Notre Dame!”. Ele estava patrocinando o programa e deixou de patrocinar. Não sabemos exatamente o motivo, mas deve ter sido um estresse. O problema do Pânico é que os caras são loucos mesmo.
Sua inspiração para criar o Pânico na Jovem Pan foram os talk shows do radialista americano Howard Stern?
No começo dos anos 90, ele se destacava muito nos Estados Unidos. As rádios estavam sempre querendo comprar o ouvinte com prêmios, dando ingressos, camisetas, sorteando coisas. E o Howard fazia o contrário. Dizia para o ouvinte “ah, não enche o meu saco” ou “pô, toma vergonha e compra o ingresso!”. Ele quebrou paradigmas, assim como o Big Boy [DJ "malucão" dos anos 70]. Djalma Jorge, personagem que eu criei, também rompia com o comportamento dos locutores. E a idéia que tive pro Pânico era parar de puxar o saco do ouvinte, fazer perguntas para as pessoas que ninguém faria.
Então essa atitude já estava nos programas que você fazia na Jovem Pan na virada dos anos 70 para os 80, como o próprio Djalma Jorge Show?
De certa forma. E isso vem de antes até: quando tinha uns 17 anos, eu já fazia um personagem chamado Mike Nelson, bem nessa linha. Mas fiz o Djalma sempre com o Emílio [Surita, apresentador do Pânico na TV]. Ele é que é a cabeça do Pânico. Trabalha há quase 20 anos na Joven Pan, é praticamente doninho da rádio. Juntos, nós dois praticávamos essa coisa de falar besteira no ar. Muita coisa do Pânico na TV vem direto do Djalma Jorge, a locução em off do Emílio, por exemplo. Outro dia mesmo eu estava comentando com o Luciano Huck que aquilo é imbatível! O Emílio é um puta craque, trabalha pra burro, fica até as 3h da manhã editando. Sem desmerecer o talento do resto da equipe, ele é o maior responsável pelo sucesso do Pânico.
O Pânico recentemente tentou entregar o prêmio Motosserra de Ouro para o governador de Mato Grosso, Blairo Maggi, um campeão em desmatamento. Você interfere nesse lado politizado do programa?
É uma parte bacana, que vem da cabeça da equipe. Criticamos mesmo, porque todo mundo tem negócios com políticos! O Pânico não tem.
Seria possível fazer o Pânico na Globo?
Acho que seria impossível. Só vejo a Globo pegando o Pânico se fosse para embalsamar. Fizeram isso com muitas pessoas, historicamente.
Como foram as negociações com o Silvio Santos?
Na conversa com o Silvio foi colocado que teríamos independência total. E o horário estaria em contrato, só poderia ser mudado se a audiência baixar. Todo mundo tem medo de ir pro SBT porque o Silvio muda os programas de horário. Ele é muito objetivo. Eu perguntei: “Silvio, você mudaria o programa de horário?”. Ele falou: “Se não der audiência, eu mudo mesmo”. Eu gosto de saber a verdade.
Como está a relação da rádio com as gravadoras agora, com elas em crise? Acabou o jabá?
Jabá não existe, pelo menos na minha rádio nunca existiu. Tudo é ação de marketing, feito com nota fiscal, pagando imposto de renda. Dou anúncio para as gravadoras, tudo certo. Mas hoje elas pararam de investir em música. A rádio se diversificou, vende cross media, tem um departamento grande de eventos. Mudou muito o negócio do rádio, já não é dependente de gravadora. A rigor, nunca foi. A gravadora era uma grana a mais que entrava. Hoje essa grana praticamente acabou.
E eles precisam mais de você hoje em dia?
Sem a Jovem Pan, não estoura música no público jovem AB. Se não tocar com a gente, não estoura. A não ser que entre em novela.
O segredo do sucesso do Pânico na TV foi esculhambar impiedosamente o mundo das celebridades. Você já saiu na Caras?
Não. Eu não sou uma pessoa vaidosa, não gosto de aparecer. A não ser como empresário, numa reportagem sobre as coisas que realizei. Admiro muito o meu pai [Tuta, ou Antonio Augusto Amaral de Carvalho, presidente do grupo Jovem Pan] nesse aspecto.
Como você avalia o pop rock brasileiro de hoje?
A música nacional de moleque hoje é muito ruim. CPM22, Charlie Brown, tudo cheio de palavrão, é horrível! Não tem mais poesia! Porra, assim a música brasileira vai pro saco. Quem vai querer ouvir “Zóio de Lula” [do Charlie Brown Jr.] daqui a dez anos? Isso é uma merda, eu sinceramente acho isso uma merda! É preciso fortalecer um movimento paralelo, com artistas como Vanessa da Mata, Luciana Mello, com mais delicadeza. E está cheio de jovem de classe AB ouvindo samba. O moleque não tem o preconceito que o radialista tem.
Na entrevista que deu à Trip em 1995, você disse que sua saúde era muito ruim e que tomava remédios pra dormir. Ainda toma?
Ainda tomo. Pô, nem sabia que desde 1995 eu tomo isso! Que horrível, hein? Tomo Rivotril, que é fraco, mas não são todas as noites. Eu sou hiperativo, né? É, a saúde continua péssima. Tenho asma, gastrite, essas coisas de cara estressado… Mas tudo sob controle, nada grave.
Com tantas realizações profissionais, chegando perto dos 50 anos, você não tem vontade de fazer algo pela sociedade, pela cultura brasileira?
Hoje mesmo estava conversando sobre montar um teatro só para bandas novas. De todos os estilos, do hip-hop à bossa nova. Eu me cobro todos os dias. Quero fazer coisas pra ajudar os outros. Se alguém tiver alguma idéia e precisar da rádio para fazer um projeto bacana, tamos aqui. Depois eu deixo o e-mail. Me ligar, não! [risos]. Senão vai ligar um milhão de pessoas. A Jovem Pan tem obrigação de fazer mais pela comunidade. Eu quero ser menos dinheirista! Parece demagogia, mas é verdade. Vejo o sucesso da rádio e do Pânico , tudo o que a gente faz, aí falo: “Caceta, que é que eu tô fazendo pros outros? Grande merda tudo dar certo e não fazer nada pros outros!”. O Brasil é um país pobre, com essa divisão de renda sacana, governos corruptos. É um país ruim, com pessoas muito boas.

4 comments Junho 25, 2009
Neda.
Amigos,
Peço aqui minhas desculpas.
Vou desviar do assunto que amo: Rádio.
Hoje comecei a pensar em um texto sobre o primeiro ano do blog. Um projeto que iniciei sem a menor expectativa e só me trouxe alegrias.
Gostaria muito de começar a semana com um texto leve, de agradecimento a todos vocês. Nunca imaginei ter tantos amigos virtuais e conhecer vários profissionais maravilhosos e que admiro graças à esse espaço.
Mas hoje não estou aqui como radialista, nem profissional do áudio, produtor, etc.
Estou escrevendo este post como um ser humano: Chocado com o absurdo que acontece no Irã.
Me senti na obrigação de mostrar esse vídeo a vocês:
Texto do Noblat:
Ela se chama Neda, provavelmente Neda Soltani. Era uma jovem de pouco mais de 20 anos – embora alguns dos seus amigos digam que ela tinha 16.
Estava, ontem, entre os manifestantes que protestavam nas ruas de Teerã contra a eleição fraudulenta do último domingo.
De repente foi atingida por um tiro. Os que a rodeavam a puseram no chão ainda viva. Em poucos segundos estava morta.
Um manifestante registrou em vídeo os últimos momentos de vida de Neda. As imagens estão correndo o mundo.
Mas o pior mesmo é ver que nós, como brasileiros, somos representados no mundo por uma corja de sanguessugas, guiadas por um energúmeno que não tem a menor sensibilidade. Somos chefiados por um partido que ama ditaduras como Irã, Cuba, Coréia do Norte, Venezuela, etc. Lula e o PT, em nome de uma ideologia fracassada e atrasada, escolhe sempre o lado do totalitarismo. Existe um ditador em perigo? Pois sempre encontrará solidariedade no governo brasileiro.
“Eu não conheço ninguém, a não ser a oposição, que tenha discordado da eleição do Irã. Não tem número, não tem prova. Por enquanto é apenas, sabe, uma coisa entre flamenguistas e vascaínos.”
Lula.
Se você se considera “de esquerda”, será que você está aliado à esse tipo de lógica e pensamento? Será que você se sente representado nas palavras acima? Então sinto muito por você. Espero que esse vídeo traga uma reflexão à sua vida.
O Brasil está tão anestesiado que nem se indigna mais. Outro escândalo? Ok, tudo bem… O mais frustrante é ver que são poucos os revoltados por isso, vide a porcentagem de aprovação de Lula. Somos um povo cego, mudo e surdo aplaudindo a calamidade ética e moral do governo lula. Afundamos no obscurantismo dos valores petistas.
EU NÃO!
Desculpem, mas é impossível ficar impassível. É hora de se posicionar. Como radialistas devemos mostrar quem nossas “autoridades” apóiam, ou corremos o risco de reviver um passado infeliz. Sim, esse é um desabafo e um apelo aos profissionais de rádio que não fiquem com medo, e tenham uma postura crítica e responsável, quando a situação exige.
Um beijo, Neda. Que você não morra em vão.
1 comment Junho 22, 2009
O primeiro “Rock Band” brasileiro!
Gosta de vídeo games? Pois saiu a nossa versão do Rock band! Orgulho nacional! Que Beatles que nada!

Eu ri muito! Essa é para começar bem o sábado!
Add comment Junho 13, 2009
Atenção, locutores: Teste auditivo.

Nós somos capazes de detectar ou não algumas frequências sonoras de acordo com a nossa idade. Quanto mais velho você for, menor é a freqüência que consegue ouvir. Existe, inclusive, uma freqüência específica que a maioria das pessoas com mais de 25 anos não consegue captar. É um apito chatinho, incômodo. Algumas lojas usam como “espanta-adolescente”, uma espécie de aborrecenticida.
Alguns adolescentes até estão usando esta frequência como ringtone. Dessa forma, eles podem atender o celular durante a aula ou sem que os pais percebam.
Faça o teste e confira a sua “capacidade” auditiva aqui.
Resp: Eu fui até 18 KHz sem problemas. Estou ótimo! :)
1 comment Junho 13, 2009
Neumann patrocina locutora.

A bonita mulher da foto é uma das melhores locutoras americanas. Com mais de 20 anos de carreira, Joan Baker, é também uma das mais requisitadas voice coach dos Estados Unidos. Alguns clientes: ABC News, American Express, ESPN, entre outros.
Porque eu estou falando dela? Por que ela agora é a primeira locutora endorser dos microfones Neumann.
Visite seu site: http://www.joanbaker.tv/
1 comment Junho 13, 2009
O rádio adulto em SP na década de 80.
Essa eu selecionei do tradicional blog Rádio-base. Trata-se de uma reportagem da IstoÉ São Paulo de 1988 sobre o rádio adulto conteporâneo. Muito interessante. O que eu mais gostei foi aquela parede de gravadores de rolo, algo completamente extinto das rádios de hoje. Clique sobre a reportagem para aumentá-la.
Add comment Junho 13, 2009



























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